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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Autoshow 8: Dirigir e cantar, é só começar

Os peixinhos apareciam na tela e a música disparava “Let’s fool around and find a new emotion...” (Vamos passear e encontrar uma nova emoção). Pronto. De um dia para o outro, por causa da melodia e de um peixe que chorava, o Palio Weekend caiu no gosto do povo. As crianças queriam ir às concessionárias conhecê-lo de perto. Assim, uma música ajudou a desbancar a Parati da liderança de mercado.

Não tem como negar. Num país musical como o Brasil, a publicidade automotiva sempre flertou com sons, conhecidos ou inéditos, para dar um empurrãozinho nas vendas. E o que não faltam são exemplos. Qualquer que seja a montadora, dá para fazer CD’s de sucesso somente com os hits utilizados nos comerciais.

Os mais antigos se lembram. Para a Chevrolet, Zé Rodrix criou um dos mais famosos sucessos brasileiros. Cantava “É no silêncio de um Chevrolet que meu coração bate mais alto” e fazia aumentar as vendas do Chevette e Opala naqueles anos. Mais recentemente, a Nissan ousou ao lançar o Sentra com um falso grupo cantando “Não tem cara de tiozão, mas acelerou meu coração”. Em ambos os exemplos, as músicas foram especialmente criadas para as montadoras, formato conhecido como jingle. Mas mesmo as músicas de cantores famosos emolduram os lançamentos automotivos.

Os Beatles ajudaram a Chevrolet, autorizando o uso de “With a little help from my friends” (Com uma pequena ajuda de meus amigos) num comercial da marca. E voltaram às paradas de sucesso com “Ob-la-di, ob-la-da” no lançamento do Fiat 500. Madonna foi ouvida no comercial do Dobló, cantando “Like a virgin” (Como uma virgem). E os funcionários da Ford, usando a canção dos The Turtles, declararam estar “Happy together” (Felizes juntos) com o novo Focus. Cantando em português, os Engenheiros do Hawaii explicaram que comprar seminovos na rede Chevrolet trazia “Segurança”. Arnaldo Antunes ajudou a Livina X-Gear a dizer que agora tudo pode, com a música “Pequeno cidadão”.

Até mesmo o varejo é motivo para se cantar as vantagens das marcas. Fiat já usou Bate Coração, sucesso da Elba Ramalho. Mas nada que se assemelhe a todos os sucessos usados anos a fio pela GM, agora representado por Jorge Bem Jor e seu “Eu sou o Sol”. O mesmo Bem Jor que havia cantado para a Volkswagen “Umbabarauma, homem gol”. Montadora, inclusive, que usa hoje o comediante Marcelo Adnet para criar jingles regionais para o varejo de sua rede.

Poderia ficar enumerando mais e mais comerciais musicados, tanta é a diversidade de modelos embalados por cantores nacionais e internacionais. Porém, o mais importante é perceber a existência de uma forte ligação entre sons e automóveis. Ela vem de uma característica comum aos dois, nos fazem viver momentos de prazer. E talvez seja isso que os publicitários busquem: transferir o prazer das músicas para os modelos que as embalam. Do meu lado aqui, fico cantando “bi-bi, quero buzinar meu calhambeque”, enquanto dirijo o meu carro. Bye-Bye.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Autoshow 3: Leve-nos para cima, Agile!

Fora os filmes de ficção científica, há quanto tempo você não ouve falar de discos voadores? Quem hoje em dia chega, em sã consciência, e diz que viu OVNI’s pairando acima da cabeça? Pois bem, o editor de fotografia da versão brasileira da revista inglesa Car, Luca Bassani, jura que os fotografou durante o lançamento do novo carro da Chevrolet, o Agile. Foi na pista de prova da GM, em Indaiatuba, que fica a 30 quilômetros do aeroporto de Viracopos.

AGILE COM OVNIS

Tirando a hipótese de que seja uma demonstração dos jatos franceses que o governo brasileiro pretende comprar, algumas outras idéias podem passar pela sua cabeça: Isso é uma ação de marketing da própria GM, que quer dar um ar ultratecnológico ao seu novo carro. Não, não. Foram os próprios editores da revista, que resolveram chamar a atenção para a publicação, recentemente lançada no Brasil, mas ainda não conhecida por todos os fãs de automobilismo.

Qualquer que seja a razão, uma coisa pode-se concluir: a notícia chamou a atenção dos ufologistas. Numa busca rápida no Google, podem-se encontrar centenas de blogs que reproduziram a foto e a matéria. Publicidade gratuita para o carro e para a revista.

Partindo do pressuposto que a foto é realmente de discos voadores, o que será que eles vieram fazer no Brasil, exatamente em Indaiatuba, durante a revelação do novo modelo da Chevrolet? Algumas pistas dão uma idéia do que pode ter acontecido.

O Agile é o primeiro carro que a filial brasileira lança após a concordata da sua matriz americana. Não é derivado de nenhum carro da européia Opel, como o são o Astra e o Vectra. Desenvolvido em nossas terras, é um ET no meio dos demais modelos da montadora e deve conquistar um novo tipo de consumidor, ao se lançar como um concorrente do Sandero e do Punto. Uma aposta interessante, pois abre uma nova frente de mercado, entre o Corsa e o Meriva.

Outra pista é a própria situação da montadora no Brasil. Ela mostra uma saúde financeira impressionante, ao ver os problemas da matriz à distância, muitas das vezes tendo remetido dinheiro para os Estados Unidos. Como um filho zeloso faz com pais que estejam em situação de perigo.

A recuperação da General Motors é coisa digna de filme de ficção científica. Tal qual um alienígena, as feridas se sararam numa velocidade estonteante e ela está pronta para voltar a crescer. Mas talvez, também como um ser de outro planeta, ela precise se adaptar a sua nova condição, de uma montadora que precisa rever todos os seus procedimentos, para estar novamente próxima ao consumidor.

Na série Jornada nas Estrelas, o capitão da Enterprise, James Kirk, sempre dizia para seu engenheiro, quando queria ser teletransportado dos planetas para sua nave: “Leve-nos para cima, Scott”. Talvez seja esse o lema que os discos voadores trouxeram para a Chevrolet neste momento, referindo-se à participação de mercado: “Leve-nos para cima, Agile!”

domingo, 11 de outubro de 2009

Autoshow 2: O pinto pegou a chana de frente

Este é o texto da minha segunda coluna no jornal paulistano Autoshow. Aguardo comentários

 O pinto pegou a chana de frente

Não. Você não leu errado. Nem este texto é para uma revista pornográfica. Vamos traduzir melhor o título: O Ford Pinto pegou a van Chana Family de frente. Agora ficou mais claro que estamos falando da indústria automobilística? E entendeu porque dar nomes é uma coisa tão preocupante para os executivos dessa área?

Podemos dizer que milhões de dólares são gastos anualmente pelas montadoras para achar nomes sugestivos para seus novos modelos. E mesmo assim alguns casos acabam escapando e virando motivo de piada. Famoso é o caso do modelo Chevrolet Nova, que os mexicanos chamavam de Não Vai (em espanhol, no va), brincando com a potência do motor. Apesar de algumas escorregadas, na grande maioria das vezes o resultado é muito positivo. Lógico que mais importante é o nome ser facilmente lembrado e, de preferência, curto. Isso é meio caminho para o sucesso. Coincidentemente, os cinco carros mais vendidos em setembro tem nomes sonoros e simples: Gol, Palio, Uno, Corsa e Celta. O significado original dos nomes até se perdeu. Importa que hoje geram a imagem de carros de sucesso.

Talvez o momento mais importante da decisão de um nome seja escolher entre criar um novo ou permanecer com o antigo, já tradicional. Veja o caso do Gol. A nova geração poderia ter qualquer nome, até porque existe pouca coisa em comum entre a anterior e a atual. Só que o nome é vencedor. E jogar a galinha de ovos de ouro fora é sempre complicado.

Por outro lado, o consumidor tem comportamentos diferentes quando compra de quando vende. Se você pesquisar, no momento da compra, um carro com nome novo é mais valorizado, pois é sempre melhor comprar uma novidade do que uma nova geração. Dá mais status entre os vizinhos e amigos. Porém, no momento da venda, a tradição sempre é valorizada e rende alguns reais a mais. Valoriza mais o carro não ter “saído de linha”. E o fator dinheiro é sempre importante em se tratando de automóvel.

Hoje em dia, o verdadeiro problema é encontrar um nome novo. Quase todos os bons estão ocupados ou registrados, mesmo que não estejam sendo utilizados. E aí reside a dor de cabeça dos executivos. Para encontrar um novo nome, milhares de opções são pesquisadas, uma lista de finalistas vai a consulta popular e os valores ligados a palavra são discutidos à exaustão. Encontrar um tão sugestivo quanto Agile, novo carro da Chevrolet a ser lançado, é resultado de meses de trabalho pesado, mas pode significar a diferença entre o sucesso e fracasso.

Automóvel é um dos maiores símbolos de status e personalidade, no mundo inteiro. Encontrar o nome certo, que transmita esses valores por si só, é o desafio que constrói a história de sucesso de certas marcas. Vamos continuar vendo grandes nomes sendo criados. Mas que os pintos vão continuar pegando as chanas nas esquinas do mundo, isso você pode ter certeza!

sábado, 31 de janeiro de 2009

Tudo normal no mercado automotivo

Blog é um ser vivo. Um amigo meu, outro dia, comentou que só vê automóveis no meu blog. Que vira e mexe eu volto nesse assunto. Aí, eu resolvi me policiar e vieram outros amigos me perguntar por que parei de escrever sobre automóveis. Na verdade eu quero falar é de marketing e, nesse mundo do consumo, o comportamento das pessoas em relação aos seus possantes é minha paixão.

No meio de janeiro, eu postei sobre a liderança da Chevrolet no mercado brasileiro. Apesar da Fiat ter virado o ano líder absoluta, a GM havia começado o ano botando lenha na fogueira e conseguindo uma vantagem significativa sobre as demais. Mas bastaram mais 15 dias para tudo voltar ao normal. A Fiat reassumiu a liderança, com a Volks tentando alcançá-la. E a Chevrolet voltou ao seu posto tradicional, de terceira colocada. O que para ela é ótimo, considerando-se a confusão em que está metida nos Estados Unidos.

2009 vai ser um ano muito interessante de se ver, com relação a algumas guerras em particular. Não que essas guerras sejam diretas e pela preferência de um mesmo tipo de consumidor. É, muito mais, uma leitura de marketing do dia a dia das vendas.

VW x Fiat

A primeira, pela liderança, já que parece ser idéia fixa da Volks voltar ao primeiro lugar do mercado. O Voyage começa a se aproximar do Siena, o Línea não vem contribuindo como deveria e a montadora alemã irá lançar um antídoto contra a Strada Cabine Estendida. Lógico que a Fiat não ficará assistindo impassivelmente.

Renault x Honda

A segunda será entre a Honda e a Renault, que experimentou o gostinho de voltar ao quinto lugar durante o ano passado e que fará de tudo para retornar ao posto. Mesmo que a Honda esteja reforçada com dois modelos de sucesso, o Civic e o New Fit.

Citroen x Peugeot

E a terceira e mais intrigante, a briga interna na PSA, entre Peugeot e Citroën. Se a distância entre as duas já foi um abismo, agora já dá para atravessá-la com um passo. Ajudou a diminuí-la a baixa vendagem do do recente lançamento, o 207, pela Peugeot, e o relativo sucesso do C4 Pallas, pela Citroën. Se a briga entre as duas tivesse gerando ganho de mercado total para os franceses, seria muito benvinda. Mas eu tenho lá minhas dúvidas se as marcas não dividem o mesmo consumidor, que acaba simplesmente trocando uma pela outra.

Quem viver, verá!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

GM. A nova líder de vendas brasileira

O ano realmente começou de cabeça para baixo. Já não basta a crise para a Fiat e a Volks se preocuparem, agora a Chevrolet deu mais um motivo para que o ano fique mais complicado. Nos primeiros quinze dias do ano, a marca da General Motors virou líder de vendas de veículos de passageiros. E o Corsa Classic derrubou a dupla Mille/Palio e se aproximou ameaçadoramente do Gol.

Não creio que o pessoal de Detroit possa já estourar champagnes por essa liderança. Devemos ver a volta da normalidade em fevereiro, se já não até o final do mês. Mas, para uma marca que está quase entrando em concordata nos Estados Unidos, essa notícia deve ter um gostinho todo especial.

Clique aqui e veja a íntegra da matéria no UOL: http://carros.uol.com.br/ultnot/2009/01/20/ult634u3356.jhtm

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Conferindo minhas previsões

No começo de outubro fiz previsões sobre o mercado automotivo. Basicamente falei que a Volks passaria a Fiat, pois em momento de crise os consumidores correm atrás de modelos recém-lançados. Falei que a GM iria fazer esforço para crescer no mercado brasileiro, buscando ajudar na briga contra a Toyota pela liderança mundial. E ainda que a Peugeot perderia espaço até ser alcançada pela sua meia irmã, a Citroën.

Pois bem, Volks passou a Fiat nos três meses finais do ano. Não no mercado geral, mas no de automóveis de passeio. O que ainda salva a Fiat são seus veículos comerciais. A briga em 2009 promete mais. E o segundo semestre deve reservar surpresas.

A GM botou dinheiro na rua, buscando turbinar as vendas. De nada adiantou. As notícias de que a matriz estaria para falir derrubaram as vendas no Brasil. Em três meses foram quase três porcento de vendas a menos. Uma número impossível de ser acreditado, não fosse verdade.

A Citroën fecha o ano virtualmente empatada com a Peugeot. Problemas para um braço da PSA. Festejos para o outro.

Renault fecha o ano brigando pelo quinto lugar contra a Honda. Os resultados ainda não sairam, mas a posição foi a mais disputada do ranking nacional. A conferir.

Semana que vem, faço minhas previsões para o novo ano. O mercado está em povorosa. Mas o consumidor continua fácil de entender.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Salão do Automóvel 2008

Passei quatro boas horas no Salão do Automóvel 2008. Tenho certeza que só os fanáticos como eu se prestam a uma tortura tão grande. Os fanáticos e as pessoas que buscam a feira como um parque de diversões.

Primeiramente, é impossível chegar ao Anhembi sem se aborrecer. O trânsito nas imediações fica intransitável. Até aí, tudo bem, pois você quer chegar logo. Só que não existem vagas suficientes para todo mundo. O que gera um engarrafamento monstro na entrada do pavilhão.

Lá dentro, torça para que o dia esteja agradável. Quem já visitou espaços para feiras fora do Brasil sabe o que é um ambiente refrigerado. Aqui, outros pequenos, como o Imigrantes, tem ambiente acondicionado. Não é o caso daquele elefante branco mais conhecido como Anhembi.

Aí, nos estandes, um paradoxo: Os carros interessantes, diferentes, são impossíveis de serem vistos, tamanha a quantidade de pessoas em volta deles. Sobra à disposição carros que a gente conhece do dia a dia e que não são, em si, motivo da visitação. Resta ter paciência para brigar por espaço frente às novidades, distribuindo leves cotoveladas.

Um fenômeno fica cada vez mais claro no Salão. As boas e velhas câmeras são um artigo em extinção. O celular com foto está tomando seu lugar a olhos vistos. Na frente das máquinas mais admiradas, tais como a Ferrari, é impressionante como fica óbvio que a guerra já está sendo ganha pelos celulares. Não importa se a qualidade ainda não é boa. Fala mais forte a praticidade de não se carregar dois aparelhos.

Com relação aos estandes em si, nenhuma grande surpresa. As quatro grandes têm os estandes mais freqüentados. Chama a atenção o estande da Honda, pela capacidade de atração. Essa marca tende a crescer, se visitas no salão significarem preferência. Não é o que acontece hoje no mercado, com a Renault em quinto lugar. Essa relação entre visitas/vendas é tão improvável que entre as quatro grandes a líder Fiat tem menos movimento do que a Chevrolet e a Volks.

Ao final, você que vai ao Salão, prepare-se para mais um aborrecimento, caso esteja de táxi. Eles estão em falta, pois não conseguem chegar aos seus pontos, devido aos engarrafamentos. Facilite sua vida. Vá de Metrô até a estação Tietê, pois de lá sai um ônibus gratuito para o evento. Talvez assim você curta melhor esse programa de índio.

Veja por si próprio
fiat.terra.com.br/aovivo.php
www.vw.com.br/salaodoautomovel/
www.chevrolet.com.br/content_data/LAAM/BR/pt/GBPBR/001/html/chevy_portal/frame/salao.html?pid=319
www.ford.com.br/sal_home.asp

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Corrida da GM no Brasil é para fazer resultado mundial

Como que para confirmar minha nota de sexta, dia 10, Maureen Kempston Darkes, presidente da General Motors para a região LAAM, fez uma coletiva para anunciar os bons resultados na região. A briga é mundial e o impacto pode ser local. Em menos de 10 dias a Chevrolet lançou um comercial com seu vice-presidente, Pinheiro Neto, falando da crise mundial e uma campanha promocional com o Faustão. A nota é da Investnews.

Veja o vídeo do Pinheiro Neto:

http://www.youtube.com/watch?v=b0lundQvvqM

14/10 - 02:07

GAZETA: GM registra recordes na região que engloba o Brasil

BANGALORE, ÍNDIA, 14 de outubro de 2008 - A General Motors anunciou ontem que teve vendas recordes no terceiro trimestre na região LAAM, que engloba a América Latina, África e Oriente Médio, com alta de 3,4%. A companhia divulgou que o resultado mostra "sólido crescimento, apesar da crise econômica global ao nosso redor".
No total, a GM vendeu 341.900 veículos na região LAAM - 11.400 unidades a mais sobre igual período de 2007. Em comunicado, a montadora divulgou que as vendas trimestrais no Brasil, Chile, Equador e Peru bateram recordes históricos no trimestre passado. No Brasil, o aumento nas vendas foi de 16%, no Chile a alta foi de 19% e no Equador dispararam 64%. Na África do Norte cresceu (30%), Egito (35%), Israel (30%) e Oriente Médio (27%)."Este é nosso 20º trimestre consecutivo de alta anual nas vendas", disse Maureen Kempston Darkes, presidente da General Motors para a região LAAM. Nesta região a GM emprega cerca de 37 mil pessoas em 18 países.

Crescimento sólido

Maureen enfatizou que "continuamos demonstrando um crescimento sólido apesar da atual crise econômica mundial. Chevrolet Aveo continuou sendo muito requisitado, especialmente depois da apresentação do modelo de cinco portas. Entretanto as vendas do novo Cadillac CTS tiveram sucesso no Oriente Médio, se complementando com o recente lançamento na África do Sul da versão CTS com o volante à direita."
Além do Brasil, Chile, Equador e Peru, a GM estabeleceu um re corde de vendas trimestrais.no Egito, África do Norte, e Oriente Médio.
"Até esta altura do ano, já superamos um milhão de unidades vendidas, e 2008 será outro novo ano recorde em vendas para GM LAAM", disse Maureen Kempston.
Nos primeiros nove meses de 2008, a GM registrou vendas de 1.012.100 unidades nas regiões da América Latina , África e Oriente Médio. Essa cifra representa um incremento de 13% com relação a 2007, enquanto o crescimento da indústria automobilística regional nesse período foi de 10%. A participação acumulada de mercado em 2008 da GM LAAM é de 17,3 %, ou 0,4 ponto acima do ano anterior.

Líder global

A General Motors, maior montadora mundial, é a líder global de vendas anuais de veículos há 77 anos, destacou a empresa em comunicado. Fundada em 1908, General Motors emprega atualmente cerca de 266 mil pessoas em todo o mundo. Com sede em Detroit, Michigan, a GM fabrica seus veículos em 35 países. Em 2007, aproximadamente 9.370.000 veículos foram vendidos mundialmente sob as marcas: Buick, Cadillac, Chevrolet, GMC, GM Daewoo, Holden, Hummer, Opel, Pontiac, Saab, Saturn, Vauxhall e Wuling. (Reuters - Gazeta Mercantil)

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Chevrolet com crise de auto-estima?


Apesar de achar mais bonita a forma como a Chevrolet coloca sua marca atualmente nos seus carros, uma coisa não deixou de me chamar a atenção: à medida em que as suas vendas mundiais vêm caindo, sua marca na frente e traseira dos carros vem crescendo aqui no Brasil. Parece-me uma questão de crise de auto-estima: quanto mais eles apanham da Toyota, mais querem se mostrar. Será?

Veja as fotos do Meriva em três anos diferentes. Na linha 2007, quando o círculo herdado da Opel européia ainda dava fortemente o ar da sua graça. Na 2008 o círculo continua, mas a marca deixa de ser somente uma linha e passa a ser preenchida. E agora, na 2009, a marca cresce e passa a ser impossível não perceber.

Tire suas próprias conclusões. E me mande seus comentários.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Liderança da Volks vem em 2009

Em 28/04/2006 previ que a Volks iria brigar pela liderança com a Fiat ainda no final do ano. Aí veio a greve dos metalúrgicos do ABC e eu refiz a previsão. Não seria em 2006.

2007 foi o ano da Fiat. E a Volks crescendo. Eles estão, claramente, trabalhando para voltar ao topo. Lógico que a Fiat não vai entregar facilmente a rapadura. Mas eles já consolidaram a segunda posição, abrindo uma boa diferença para a Chevrolet, que está contente com o terceiro lugar. Neste momento o que a GM quer é ganhar dinheiro.

Aproveitando o final do ano volto a prever. 2009 a Volks irá brigar pela liderança. Ela ainda precisa consolidar seus produtos e trabalhar lentamente para diminuir a distância que a separa da Fiat. Não vai ser em 2008. Mas 2009 promete briga das boas!

 
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