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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

É por isso que a Globo é a número um

Ontem estreiou o Big Brother Brasil 9. Depois de oito edições, parece-me que a Rede Globo chegou a conclusão que estava na hora de mudar a fórmula do programa. Dezoito e não quatorze participantes (que já foram doze!). De uma casa, viraram três. Uma de vidro, num shopping, e outras duas no Projac, através da criação de um muro dentro da casa original. Além disso, estréia sem nenhuma prova, somente apresentação.

Tudo isso é um risco, ainda mais no primeiro dia, no qual você tem o termômetro de como andará a audiência durante os três meses da atração. Como ampliar o público? De uma forma fantástica, ensanduichando o programa entre dois líderes de audiência. De um lado, A Favorita entrega uma alta audiência, por estar nos seus capítulos finais. Do outro, a qualidade da minissérie Maysa segura as pessoas em frente à tv durante o BBB.

Não é coincidência os dois programas estarem no ar e em momentos cruciais exatamente no dia da estréia do novo programa. É competência. É assim que se faz um líder.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Big Brother Brasil

Só para não deixar vocês esquecerem! Hoje à noite, terça, começa o novo Big Brother Brasil. Eu vou assistir, com certeza. E não tenho vergonha de dizer. Até porque tenho um passado que se relaciona com os realities show, seja o BBB, seja o No Limite, seja, principalmente o Casa dos Artistas. Não tenham dúvidas. Todo mundo vai negar, mas no final vai estar torcendo por algum dos BBBs. Aguardem!

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Adeus e-mails, olá velocidade

Em setembro falei de como as crianças estão matando o e-mail. O Estadão publicou uma matéria demonstrando que as crianças estão abandonando o e-mail em troca das redes de relacionamento e os instant messengers. Elas deixam de se comunicar ao estilo analógico - primeiro eu falo e você escuta, depois você fala e eu escuto - e passam a se comunicar digital - eu falo e escuto você e todos os outros, tudo ao mesmo tempo.

Ainda levantei a questão do fim do copyright. A facilidade e rapidez com que se divulga e troca-se arquivos, seja de música, seja de filmes, criando uma barreira enorme contra os proprietários de copyrights que desejam, ou tentam, manter o controle daquilo que eles não entendem.

Somado a esses dois fonômenos, falei da aceleração da velocidade da vida, resultado da internet.

Se eu somo esses três fatores, o que nós temos? A maior disrrupção de que já pudemos ouvir falar. Vamos ter gerações convivendo mas se entendendo em velocidades e formatos completamente diversos. O que é válido para mim não é válido para meu fiho. E o que vale para ele não é válido para os filhos dele. Não em termo de costumes ou cultura. Mas em termos de absorção da vida.

Parece-me que um fenômeno ocorrido quando da invenção da TV tende a se repetir novamente, só que em escala muito mais ampla. No começo do século XX, após o aparecimento da caixa de imagens, os primeiros profissionais a tentarem criar uma linguagem televisiva vieram todos da indústria do rádio. Habituados com o processo de somente transmitirem sons, eles criaram as primeiras atrações que não eram nada mais do que programas radiofônicos com imagem. Precisou aparecer a segunda e terceira gerações de profissionais televisivos para que a programação pudesse evoluir para apresentar os recursos que a tv conseguiu desenvolver até a realidade de hoje.

Esse fonômeno se resumiu aos profissionais envolvidos com a TV. Agora temos um acontecimento universal. Todos estão envolvidos, de alguma forma, com as mudanças que a digitalização da vida vem implementando. Não tem como escapar. A internet, a informática, tornam-se o verdadeiro Big Brother de George Orwell. 

Como profissional de marketing não posso deixar de pensar nisso todos os dias. Se ainda hoje os meios off-line são a referência diária da população, os meios on-line crescem cada vez mais a olhos vistos. Não dá para se prever quando ocorrerá a grande virada. Mas quem não estiver de olho certamente perderá o bonde da história.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

VW desiste do patrocínio do BBB

Estreou mais um Big Brother Brasil. Tenho que confessar que sou fissurado por esse tipo de programa. Desde o Casa dos Artistas, em 2001. Desde o lançamento do Doblò com o Sílvio Santos brincando com o Alexandre Frota e colegas. E dos dois dias de vigília no lançamento do BBB 1, com os participantes se apertando dentro de uma Palio Weekend. Não vou contar a história aqui agora. Fica para outro dia. Mas quero registrar que a Volkswagen piscou. E a Fiat também.

A VW tinha o patrocínio da transmissão no Multishow. Nunca entendi. Botava dinheiro e a Fiat entrava no conteúdo, melando a transmissão. Ainda assim, era um pé no saco da Fiat. Agora no BBB 8 cancelaram o patrocínio. E a Fiat não foi rápida o suficiente para comprá-lo. Pior que um vacilo, só dois. Mas, diferentemente do ditado, neste caso, dois erros fazem um acerto.
 
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