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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A primeira verdadeira revista digital

Os americanos já estão se mexendo. Com o crescimento das vendas dos e-readers, tais como o Kindle da Amazon, os editores de revistas e jornais americanos estão começando a desenhar o futuro possível para suas edições. Lógico que as versões de papel não irão sumir de um dia para outro, mas a sua migração para o meio eletrônico já é uma realidade na cabeça de muitos.

A Sports Ilustrated, revista da Time Inc., dona da CNN, da revista Time e outras tantas empresas de comunicação, demonstra um primeiro pensamento de como as revistas eletrônicas serão quando estiverem disponíveis para acesso em Tablets e e-readers. Arrisco dizer que essa versão ainda está bem tímida, pois é quase uma transposição de um meio para o outro. Mas é assim que começa. Até porque o leitor não irá passar do meio físico para o digital se não se sentir confortável com isso, se não se sentir “em casa”.

Para efeito de comparação, veja também a página da internet da revista. Fica mais claro ainda que eles estão buscando diferentes sensações frente à tela de um computador. Falta descobrir qual será a solução final que os consumidores irão preferir.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Did you Know?

Depois que o vídeo do professor Karl Fisch se tornou popular na internet, várias outras versões apareceram com novas informações. Esta abaixo é um video divulgando um seminário da revista The Economist, a acontecer em New York. Se você correr ainda consegue participar, pois é só na semana que vem.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Mídia Social. No futuro você será alvo fácil para as marcas II

Ontem postei um vídeo sobre mídia social que terminou exatamente fazendo esta afirmação: No futuro você não vai encontrar as marcas. Elas é que virão atrás de você. O fundamento para tal é o nível de informações que estamos cada vez mais inserindo nas redes sociais. A gente se revela, sem medo, para as redes. Com isso facilitamos o reconhecimento de características comuns que permitiram às empresas direcionarem seus produtos aos mais prováveis compradores.

Essa realidade já está entre nós hoje em dia. De uma forma simples, mas já demonstrando que esse será o futuro, sites de vendas por internet já vem acumulando dados sobre nossas preferências e indicando novas compras, ou compras casadas, que nos possam interessar e elevar o valor total da venda.

No Brasil, você pode ver esse tipo de iniciativa no www.livrariacultura.com.br. Digitando um livro, automaticamente ele mostra, abaixo do título escolhido, outros títulos relacionados, sob o nome de ”Quem comprou este item também comprou”

Pedido Cultura

Melhor ainda é a Amazon. Uso meu exemplo, pois ele mistura meu interesse por marketing e branding com meu gosto por ficção científica. Dois assuntos longe de serem relacionados.

Faço meu login e imediatamente o site começa a me bombardear com exemplos de livros e dvd’s especialmente produzidos para mim. Desde as “recomendações do dia para você”, ao que as pessoas que pesquisaram um dos assuntos do meu interesse andaram olhando recentemente.

Pedido Amazon 

E tal qual os comerciais de telemarketing, eles apresentam mais e mais argumentos para eu comprar com eles: todas as novidades nas minhas áreas de interesse, o que outros compradores com gostos parecidos andaram comprando e até o que vem vindo por aí.

Pedido Amazon II

Não preciso mais pesquisar novos títulos de livros e dvd’s. Eles se preocupam em fazer isso e me indicar aquilo que, com certeza, irei adorar. Para esses produtos, o consumidor já é encontrado e pode, passivamente, esperar a informação.

Se livrarias virtuais tem pouco informações sobre nossos gostos, imagine quem possa por a mão nas informações que acumulamos nos sites de relacionamento. O futuro, realmente, vai ser diferente.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Mídia Social. No futuro você será alvo fácil para as marcas.

O formato é um pouco batido, mas sempre impressiona. Eric Qualman, vice presidente de marketing online da EF Education, mantém um blog sobre as redes sociais e seu impacto na sociedade atual. Ele fez um vídeo que reúne dados de mercado para demonstrar a força que as redes tem nas mudanças que começam a se desenhar no horizonte. Apesar de ser em inglês, vale a pena mesmo para quem tem dificuldades com a língua.

Lógico que todos os dados nos dão uma foto do que está se tornando o mundo comandado pelas transformações impostas pela internet. Mas o principal ponto que destaco e que vale um reflexão é a frase que afirma que no futuro nós não iremos atrás das marcas, elas é que nos encontrarão.

Hoje, deixo aqui a questão para reflexão. Volto a ela em outro post, para analisarmos como as redes tem nos deixado cada vez mais expostos.

domingo, 14 de junho de 2009

Como sua mesa de trabalho será no futuro

Parece um pouco futurista demais, lembra a Microsoft Surface, mas dá uma idéia clara do que vem pensando os homens do hardware para o futuro dos computadores.

Permitir que as mesas de trabalho se comportem como imensas telas e que o simples contato de objetos nos forneça informação muda o comportamento de qualquer ser humano frente ao que chamamos escritório.

E gera novas interações no ponto de vendas, pois as superfícies de exposição passam a exibir informação, bem como serem instrumentos para transferência de mensagens. Já pensou? Você chega numa loja de roupas, a blusa que você quer está exposta numa mesa dessas, com todas as informações sobre cor, tamanho ao seu lado. Você coloca seu celular na mesa e, magicamente, as informações são transferidas para dentro dele. Você pode arrastar uma foto sua para a mesa e “ver” como você ficará vestida com a blusa. Dá para sonhar com tudo quanto é tipo de interação. E pensar que o ponto de vendas nunca mais será o mesmo.

A novidade é da Asus, a mesma empresa que revolucionou o mercado de notebooks ao lançar o eee pc, primeiro modelo de netbook do mercado mundial. Nascida em Taiwan, sua missão é se tornar a líder em inovação mundial. Não sei se chega lá, mas que já tomou o caminho certo, isso com certeza!

terça-feira, 7 de abril de 2009

Twitter: Um novo Google, ou um novo Second Life?

Uma das melhores formas de se conhecer o sucesso de um novo empreendimento é o buzz gerado em sua volta e o aparecimento de críticas. Twitter é, sem dúvida, um sucesso. De origem relativamente recente, ele já foi capa de revistas semanais, brasileiras e estrangeiras. Esta semana surge a notícia que seu CEO, Evan Williams, recusou proposta da Google de compra por U$ 250 milhões. Para ele, o valor do serviço é de um bilhão de dólares.

Mas o que será que todos veem no Twitter? Alguns não veem nada, como você pode assistir no ótimo vídeo abaixo, dica do João Britto




Assistindo a esse vídeo, veio a minha mente outra febre da internet 2.0, o Second Life. De um dia para outro, todos correram para criar seus avatares e terem uma vida paralela no mundo virtual. As empresas, descobrindo um possível novo filão, passaram a criar formas paralelas de divulgar e vender produtos. E até dinheiro virtual, o Linden, era possível de se ganhar nesse portal surgido em 2003. Cheguei, inclusive, a pilotar uma Mercedes-Benz numa pista virtual. Deu vontade de sair dali direto para a concessionária do mundo real.

Passados seis anos, o Second Life foi do desconhecimento para as luzes da ribalta e voltou para um completo ostracismo. Esse é o risco do Twitter, passada a sua febre. Lógico que a Google vê mais do que isso. Para eles, é a possibilidade de ganhar mais uma funcionalidade, a da busca de termos que as pessoas estejam discutindo no momento. O que abre diversos usos, de pesquisas sociológicas a usos marquetológicos.

De toda forma, Second Life e Twitter nos mostram que existe um uso social para a internet que ainda não foi completamente preenchido. Quem mexe com marketing precisa ficar antenado. Uma hora dessas qualquer vai aparecer o google do mundo social. Não dá para a gente ficar fora dessa.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Assistindo TV em lentes de contato

Finalmente a Tv irá se tornar pessoal e móvel. Futurologistas preveem para daqui a 10 anos a venda de lentes de contato com tvs incorporadas. A miniaturização de componentes, como o que a gente vê no dia a dia acontecendo com os iPods, mais tecnologias como a TV Digital, apontam para esse caminho. Nem energia será um problema, pois a previsão é que elas funcionem a partir da gerada pelo corpo humano. Teríamos, então uma imagem formada sobre o que estamos vendo, ao estilo da visão do Robocop, ou a visão de programas, como hoje assistimos em telas de plasma ou LCD.

Visão do Robocop

Mas o que a tv pessoal poderá afetar nossa forma de consumir programas? E como isso modificará a nossa forma de utilizá-la como meio publicitário?

 TV na lente de contato

A televisão, da mesma forma que o telefone, surgiu como um aparelho comunitário. Mais do que atender a família, servia também aos amigos e vizinhos nos seus primórdios. Lógico que, com o barateamento dos custos de fabricação, cada lar passou a ter sua própria TV e seu próprio número de telefone.


Num certo momento, o telefone conseguiu dar seu salto quântico, transformando-se de fixo e familiar, num aparelho individual e móvel. Explodiu, então, o mercado dos celulares, que atendia uma necessidade latente mal resolvida: a de manter as pessoas sempre contatadas umas com as outras.

Celular com TV

A TV ainda não conseguiu esse intento. Estão saindo, agora, as primeiras tvs verdadeiramente portáteis, aquelas instaladas em celulares. Elas, mais a TV Digital, estão finalmente dando mobilidade aos antigos e pesados aparelhos de TV.

Mas o que acontecerá com ela quando tivermos essas maravilhosas tvs instaladas em lentes de contato?

Posso imaginar diversas mudanças, se considerarmos o on demand, o GPS, a internet, incorporados num mesmo equipamento.

Primeiro, podemos ir a campo de futebol e assistir a replays de gols e jogadas controversas sem perder a concentração no que acontece em campo. Segundo, um canal de previsão de tempo pode usar a nossa posição, indicado por GPS, e nos dar as previsões, ao olharmos para o céu. Terceiro, qualquer viagem que façamos pode ser ilustrada por canais de turismo e de história, ao olharmos um prédio, uma vista, ou algum objeto exposto em museus. Quarto, o caminho apontado pelo GPS pode ser visto enquanto você olha para as ruas, aumentando sua segurança.

 TV em lente de contato

Esses são exemplos. Podemos enumerar mais um milhão de outros. Em todos, a publicidade pode ser inserida e direcionada a cada um especificamente. Olhou para um shopping? Podemos incluir ali a publicidade de um restaurante, na hora do almoço, ou de uma livraria, no resto do dia. Assistiu ao replay no campo de futebol? A marca do patrocinador poderá estar sempre presente na imagem.

São somente 10 anos. Pouco tempo, quando se fala de adequar uma instituição centenária como a publicidade. Que já está tendo problemas em entender como utilizar e ganhar dinheiro com a internet atual. Se quisermos estar na cabeça da onda, precisamos começar a entender esse fenômeno desde já.

O único ponto que não consigo ver solução é como evitar que os alunos passem toda a aula de química sem aproveitar para assistir o último capítulo de Lost. Com certeza, os professores terão que pedir a todos desliguem suas lentes.

terça-feira, 17 de março de 2009

Leve, livre e solto

Entrou na moda, agora, o já famoso netbook. Ele é, nada mais, nada menos do que uma versão reduzida dos atuais laptops, com menos recursos e periféricos. Mas por que eles estão fazendo tanto sucesso, a ponto de passarem, de 2007 para 2008, de um  para 11 milhões de unidades vendidas em todo mundo?

dell-mini-9 Simples. Mais do que só disporem os programas mais acessados pelas pessoas (internet, e-mails, editores de texto e planilhas eletrônicas), eles realmente fazem as pessoas acreditarem na portabilidade. Com tamanhos menores do que cadernos e pesando pouco mais de um quilo, transportar essas maravilhas da tecnologia virou brincadeira. O novo lançamento da Sony, inclusive, brinca em sua propaganda com essa característica.

Netbook SonySó que isso é só o começo da revolução que vem por aí. A questão, agora é eliminar tela e teclado, fazendo com que as pessoas possam simplesmente usar as superfícies como base para imagens e teclados virtuais.

PC Future

PC Future 2

Do Massachusetts Institute of Technology vem um vídeo que demonstra todo esse conceito, num protótipo que, se ainda é meio rude, deverá se transformar num objeto elegante e pequeno como os atuais pendrives.

Clique na imagem abaixo e veja o conceito em funcionamentoComputador do futuro

Tentar prever o futuro é algo arriscado, mas institutos como o MIT mais do que prever tentam criá-lo. Se muitas vezes chega-se a algo muito longe da realidade, como as previsões de que no começo do século XXI as pessoas estariam por aí em carros voadores, algumas vezes passam bem perto da realidade. Vale a pena gastar um pouco mais de tempo e ver o vídeo abaixo, de 1967. Já estão lá o computador de mesa, o comércio eletrônico, o internet banking e até a comunicação por e-mails.

terça-feira, 10 de março de 2009

O presente já não é mais o mesmo

Karl Fisch é um professor de High Scholl dos Estados Unidos. Em Highlands Ranch, Colorado, uma cidade de 70 mil habitantes, para ser mais exato. Ele começou um blog em 2006, discutindo o futuro da educação e como a sua escola poderia se preparar para isso. Resultado de um apoio externo e uma decisão da diretoria de preparar melhores alunos. O objetivo final? Buscar soluções imediatas para formar pessoas mais preparadas para as mudanças que estão chegando.

Ele criou uma trilogia: What if?, que discute o que seria do presente se no passado as escolas não tivessem evoluído, apesar de opiniões contrárias, Did You Know, que aponta as mudanças no presente que não nos damos conta, e 2020 Vision, uma leitura do futuro daqui a 12 anos.

O vídeo abaixo, profissionalmente produzido para uma reunião da Sony, vale ser visto. É de assustar o que já temos de mudanças no presente, que a gente não percebe na correria do dia a dia.

PS – Obrigado pela dica, Márcia

 
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