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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Flexible OLED: O cumputador se torna flexível

A Samsung já lançou no Brasil a TV com tela de OLED. Com telas de 40 e 55 polegadas, tem 3 centímetros de espessura, e imagem de gente grande. A tecnologia, criada pela joint venture que ela tem com a Sony, permite o emagrecimento de televisores e laptops. Mas isso é brincadeira, comparado com o que é possível fazer com esse tipo de tela.

As duas já estão começando a divulgar na internet seus primeiros vídeos de aplicação da mesma. E a principal característica é a flexibilidade, que tornará possível menores e mais duráveis celulares e computadores.

Uma empresa da Alemanha, a Orkin Design, desenhou um primeiro laptop flexível, junto com a Sony. Seu vídeo é impressionante, pois o equipamento pode ser utilizado como uma TV ou Tablet PC.

Não creio que essa seja a versão a alcançar o mercado. Até porque seu formato não é muito prático. Mas que estamos nos aproximando do momento de termos uma nova revolução nesse equipamento, disso você pode ter certeza.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Trust me

Semana passada Microsoft lançou seu novo sistema operacional, o Windows 7. Apple rapidamente colocou o comercial acima no ar. Faz parte de uma série, onde os dois padrões, Pc e Mac, são representados pelos mesmos dois atores. Agora é esperar e ver qual o resultado da promessa da Microsoft. Inteligente, sutil e que reforça a promessa da Apple em ser uma marca cool.Além de dar uma estocada no concorrente.

domingo, 23 de agosto de 2009

Programa Laptop para Todos

 

Epoca 588

A imagem é da Época desta semana. A foto é de uma força enorme, ao mostrar o líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante, sozinho e abandonado à própria sorte numa das mesas daquela casa parlamentar. Mas o que me impressionou é a profusão de laptops. Todos iguais, numa casa de iguais. Pelo vazio da casa, a foto foi feita antes ou depois das atividades diárias, razão pela qual Mercadante pode ser fotografado solitário. Vale lembrar que a revista cita que a foto foi feita durante a semana passada, semana esta em que Senado teve razões para estar lotado.

Mercadante no Senado

Mas voltando aos laptops, quem trabalha numa instituição privada, sabe que as empresas disponibilizam um computador por funcionário, já que não faz sentido mais de um aparelho por profissional. E define entre um de mesa ou um portátil pelo perfil do cargo.

Nossos representantes precisam de mobilidade para visitar seus estados, suas bases. Nada mais justo que receberem laptops, como os da foto. Bom saber da preocupação dos senadores com o bem público, pois estando eles em Brasília, não faz sentido andar pela cidade com seus laptops, pelo risco de roubo, quebra, ou outros acidentes. Com certeza, se a foto fosse feita o final de semana, a imagem seria diferente.

Podemos concluir que nossos representantes tem preocupação com o bem público. Sabe que eu estou até vendo luz no fim do túnel?

domingo, 14 de junho de 2009

Como sua mesa de trabalho será no futuro

Parece um pouco futurista demais, lembra a Microsoft Surface, mas dá uma idéia clara do que vem pensando os homens do hardware para o futuro dos computadores.

Permitir que as mesas de trabalho se comportem como imensas telas e que o simples contato de objetos nos forneça informação muda o comportamento de qualquer ser humano frente ao que chamamos escritório.

E gera novas interações no ponto de vendas, pois as superfícies de exposição passam a exibir informação, bem como serem instrumentos para transferência de mensagens. Já pensou? Você chega numa loja de roupas, a blusa que você quer está exposta numa mesa dessas, com todas as informações sobre cor, tamanho ao seu lado. Você coloca seu celular na mesa e, magicamente, as informações são transferidas para dentro dele. Você pode arrastar uma foto sua para a mesa e “ver” como você ficará vestida com a blusa. Dá para sonhar com tudo quanto é tipo de interação. E pensar que o ponto de vendas nunca mais será o mesmo.

A novidade é da Asus, a mesma empresa que revolucionou o mercado de notebooks ao lançar o eee pc, primeiro modelo de netbook do mercado mundial. Nascida em Taiwan, sua missão é se tornar a líder em inovação mundial. Não sei se chega lá, mas que já tomou o caminho certo, isso com certeza!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Samsung: Para eles o marketing viral não tem segredos

Desta vez vou pegar carona na dica que a Diana mandou para mim. Ela concorda comigo que a Samsung vem dando mostras de ser a próxima onda cool na indústria tecnológica, tal como a japonesa Sony já foi um dia. Não me entendam mal. Sony ainda é um exemplo de uma marca desejada. Mas o alvoroço que ela fazia num passado não muito distante, com seus walkmans e computadores Vaio, começa a ficar par trás. E parece que o espaço começa a ser brilhantemente ocupado por essa marca coreana.

Este é mais um exemplo de marketing viral da marca. Só que para anunciar suas TV’s de tecnologia LED (Light-Emitting Diodes):

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Novo viral da Samsung

Não me venham falar que não é possível planejar e executar ações virais na internet. Basta paciência, dedicação e planejamento. E quem já descobriu o filão foi a Samsung. Depois do fantástico vídeo de lançamento de seu Omnia, surge agora outro vídeo com alto potencial para correr o mundo virtual. Desta vez para seu novo netbook, o N310. Reflita aqui comigo: É só eu que estou considerando, ou a Samsung está se tornando uma marca realmente cool?

 

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Convergência analógico e digital. O novo livro já chegou

As verdadeiras revoluções na forma como nos relacionamos com o mundo ocorrem silenciosamente. Você precisa fazer um esforço para lembrar como o mundo era antes do computador, do celular, da internet. Essas tecnologias começam lentamente e, quando você percebe, é impossível não estar completamente envolvido com elas. 

Confesso que venho acompanhando atentamente a evolução do livro digital, o e-book, e o lançamento dos diversos equipamentos de leitura eletrônica, como o Kindle, da Amazon, ou o Sony Reader, da Sony. Já brinquei com um e fiquei maravilhado. Como bom mineiro, não comprei, esperando o momento em que existirão títulos suficientes em português para justificar o investimento. Esse, inclusive, é o principal motivo pelo qual os e-readers em geral ainda não decolaram: falta a criação do iPhone dos livros eletrônicos, aquele equipamento que revolucione para sempre o jeito de se ler livros no mundo.

Porém me chamou a atenção a evolução do livro de papel num mundo digital e como certos editores e livreiros vem fazendo uma transição entre os dois mundos de uma forma muito suave e silenciosa. Se formos pensar bem, o problema dos livros é similar ao que os jornais vem enfrentando. As notícias nos diários chegam às bancas já velhas, pois não dá para competir com a atualização imediata do meio digital. Podemos dizer o mesmo de livros técnicos, onde certos assuntos são rapidamente deixados para trás.

Livro A Lógica do Mercado de Ações

Qualquer livro que tenha sido publicado sobre mercado de ações em agosto do ano passado já está completamente defasado. Quem seria doido o suficiente para investir de acordo com suas dicas, considerando-se a crise ocorrida em outubro de 2008?

Para sanar esse problema, algumas editoras começam a atualizar os assuntos abordados em páginas especiais na internet. E o que andei vendo esses dias me provou que existe sempre espaço para inovação. As editoras de livros de línguas estão fundindo os dois formatos em um só. Quase não existe uma separação entre o livro físico e o eletrônico. Você é enviado de um meio para o outro constantemente. Lógico que para esse tipo de publicação era uma evolução esperada e que resolve alguns problemas logísticos. Se no passado a substituição de fitas cassete por CD’s e DVD’s já havia facilitado a distribuição, a internet contribuiu mais ainda para facilitar a venda desse tipo de leitura.  E abriu um novo canal para a comercialização dos produtos. Para se ter um sabor das possibilidades que esses livreiros estão gerando, visite o BusinessEnglishPod.

Agora, se você acredita que isso só se aplica a livros técnicos, não fique assim tão certo. Imagine o que poderia fazer a Rede Globo se decidisse utilizar toda sua estrutura a favor de maiores e melhores vendas. Você poderia comprar o livro A Casa das Sete Mulheres e ter acesso a um espaço exclusivo na globo.com para ver trechos especiais da mini-série produzida para a televisão. Isso para ficar no mais básico, pois as possibilidades são imensas. 

Volto ao tema, brevemente, com mais exemplos. Talvez quando o livro eletrônico chegar de verdade já não conheçamos mais a separação entre o físico e o digital.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Tecnologia não é assim tão difícil

A gente sempre se surpreende com novas tecnologias e somos tomados por um certo medo em utilizá-las. Normalmente, o que se exige de nós é uma nova forma de fazer o que estávamos habituados de outro jeito. Talvez aí esteja a explicação do porquê as crianças e jovens se adaptam com tanta velocidade: eles não tem conceitos prévios, formas antigas, de se fazer as coisas.

Olhar para antigas tecnologias e pensar nos problemas que as pessoas tinham ao começar a utilizá-las pode ser um bom exercício para se espantar os atuais fantasmas. Melhor ainda se for com humor, como faz o vídeo abaixo. Bom divertimento.

terça-feira, 24 de março de 2009

Google vai dominar o mundo

Foi com essa frase que meu filho me chamou a atenção para o quão rápido poderá ser o domínio da Google em nosso mundo da internet. Ele me fez lembrar que comentávamos o mesmo sobre a Microsoft há pouco mais de 15 anos. E o que houve depois disso? A segunda revolução da informática.

Google Microsoft

Se a primeira revolução foi o Personal Computer, que introduziu um computador em cada casa, a internet se encarregou da segunda, trazendo a interatividade e o sistema de computação em nuvens, Podemos dizer que a Microsoft está para a primeira como o Google está para a segunda.

Fico imaginando as pessoas no começo do século XX, olhando para o aparecimento dos monstros chamados General Motors e Ford. Elas foram, naquele tempo, o que Microsoft e Google são para nós, nesse momento.

GM Ford

A história, de alguma forma, se repete. A Ford inventou a linha de produção e virou líder do mercado em poucos anos. A General Motors, vindo depois, teve que entender melhor o mundo do automóvel e o que ele significava para as pessoas. Ao invés de olhar para o mercado e ver automóveis como meio de locomoção e buscar baixos custos, a GM entendeu que eles poderiam ser um símbolo de status. E incentivou isso, através da criação de cores diferentes e modelos que evoluiam e tornavam os anteriores velhos, ano após ano.

A Microsoft é a Ford do mundo da informática. A Google se parece com a General Motors. A GM está a beira da falência. A Ford também. Nenhum domínio dura para sempre.

terça-feira, 17 de março de 2009

Leve, livre e solto

Entrou na moda, agora, o já famoso netbook. Ele é, nada mais, nada menos do que uma versão reduzida dos atuais laptops, com menos recursos e periféricos. Mas por que eles estão fazendo tanto sucesso, a ponto de passarem, de 2007 para 2008, de um  para 11 milhões de unidades vendidas em todo mundo?

dell-mini-9 Simples. Mais do que só disporem os programas mais acessados pelas pessoas (internet, e-mails, editores de texto e planilhas eletrônicas), eles realmente fazem as pessoas acreditarem na portabilidade. Com tamanhos menores do que cadernos e pesando pouco mais de um quilo, transportar essas maravilhas da tecnologia virou brincadeira. O novo lançamento da Sony, inclusive, brinca em sua propaganda com essa característica.

Netbook SonySó que isso é só o começo da revolução que vem por aí. A questão, agora é eliminar tela e teclado, fazendo com que as pessoas possam simplesmente usar as superfícies como base para imagens e teclados virtuais.

PC Future

PC Future 2

Do Massachusetts Institute of Technology vem um vídeo que demonstra todo esse conceito, num protótipo que, se ainda é meio rude, deverá se transformar num objeto elegante e pequeno como os atuais pendrives.

Clique na imagem abaixo e veja o conceito em funcionamentoComputador do futuro

Tentar prever o futuro é algo arriscado, mas institutos como o MIT mais do que prever tentam criá-lo. Se muitas vezes chega-se a algo muito longe da realidade, como as previsões de que no começo do século XXI as pessoas estariam por aí em carros voadores, algumas vezes passam bem perto da realidade. Vale a pena gastar um pouco mais de tempo e ver o vídeo abaixo, de 1967. Já estão lá o computador de mesa, o comércio eletrônico, o internet banking e até a comunicação por e-mails.

segunda-feira, 2 de março de 2009

O julgamento do ano

200px-The_Pirate_Bay

Se você mexe com marketing e não sabe nada sobre o julgamento do PirateBay, você está precisando se informar mais. Não. Não tem nada a ver com os Piratas do Caribe, série de filmes da Disney. Trata-se do julgamento do maior site de bittorrents do mundo e pode definir o futuro da indústria fonográfica e dos famosos downloads de arquivos digitais.

Se formos fundo na história, a guerra entre a indústria e os sites que compartilham arquivos de mp3 e outros já dura quase 10 anos. Em 1999, surgia o pioneiro Napster, primeiro programa que fazia comaprtilhamento de arquivos. Seus dois anos de funcionamento foram o suficiente para gerar um mal estar generalizado entre as gravadoras e músicos, que culminou numa ação judicial patrocinada pela Recording Industry Association of America (RIAA).

Se eles foram obrigados a sair do ar,  pois a transferência era feita por inteiro de computador para computador, a partir da invenção do BitTorrent ficou mais difícil a comprovação da pirataria. Como ele parte a música em diversas frações de 256k e os reúne aleatoriamente no computador de quem está realizando o download, fica cada vez mais difícil comprovar e seguir o processo.

Torrentcomp_small

Fazendo uma comparação, o Napster pegava o carro de João e transferia para Pedro. No final, João e Pedro tinham dois carros iguais. O Piratebay transfere de diversos proprietários partes do carro: o volante do João, o capô de Cláudio, o motor da Tereza, etc. No final, todo mundo tem seu carro e o Pedro também. Isso vem deixando os executivos do mercado em povorosa.

O julgamento tem dois pontos importantíssimos para nós que trabalhamos com marketing:

Primeiro – A discussão do direito autoral, que ainda está no começo e deve dar ainda muito pano para manga. Já falei sobre isso e volto a repetir: Direito autoral é uma realidade relativamente nova. Surgiu com a imprensa de Guttemberg, e se desenvolveu com a invenção dos aparelhos de cinema e de reprodução de música, no século XIX. Você já imaginou como Willian Shakespeare ou Ludwig van Beethoven faziam para receber direitos autorais nas suas respectivas épocas?

Se os formatos de divulgação do século XX, papel, discos e fitas cassetes, dificultavam a cópia dos materiais pura e simplesmente, a invenção do computador e da internet jogou por baixo essas limitações. E as pessoas não vão deixar de copiar os materiais que se interessam somente porque isso é ilegal.  Para mim, a indústria fonográfica sabe claramente disso e está tentando ganhar tempo processando todas as iniciativas que aparecem enquanto não criam uma solução que lhes permita controlar o processo.

Segundo – A mudança de paradigma do que é um julgamento e como ele pode ser acompanhado. Os quatro sócios do Piratebay tem uma visão do mundo bastante contemporânea. E aplicam essa visão, não somente no site, mas também no próprio julgamento. Exigiram, e conseguiram, que ele fosse transmitido pela internet (o problema é que ele é em sueco!). Além disso, é possível acompanhá-lo pelo Twitter, com alguns comentários em sueco, outros em inglês. É o que eles chamaram de Spectrial, um misto das palavras espetáculo (spectacle) com julgamento (trial). Esse mix de meios, que aumenta o impacto a favor de um movimento, precisa ser bem entendido, pois cada vez mais afetará as marcas para as quais trabalhamos.

Agora é esperar o resultado do julgamento. E torcer para que a gente possa utilizar o aprendizado desse movimento a nosso favor.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Mac versus PC - Botando lenha na fogueira

Esta é a disputa mais interessante do mundo. A Apple conseguiu se colocar contra toda a indústria de PC's. Não dá para negar. Eles são muito bons.

O impressionante é que a empresa que inventou o computador pessoal na forma que conhecemos hoje, com a CPU separada do teclado e do monitor, hoje já não fabrica mais PC's, a IBM. Há uns quatro anos atrás vendeu todo seu parque fabril para uma empresa chinesa, a Lenovo, que até hoje possui direito de utilizar a marca americana.

A grande contribuição da IBM para o mercado, que fez com que o mercado pendesse para a dobradinha PC/Windows e não Mac/Apple, foi abrir sua configuração, tornando pública e perfeitamente copiável por qualquer um que quisesse fabricar equipamentos similares.
Só que, enquanto o mercado crescia, distribuindo e popularizando um equipamento de difícil manejo, a Apple fabricava um equipamento fácil de usar e mais bonito, o Macintosh.

A IBM gerou usuários. A Apple, adoradores. Um usuário de PC muda de marca com facilidade. Um applemaníaco, não. Aí está o pulo do gato da Apple: entendeu isso e levou ao extremo esse amor pela marca. Se colocou contra todo o mercado. São eles contra nós. 

Para entender o que isso significa, em 2007 foram vendidos 252 milhões de PC's no mundo. A Apple comercializou pouco mais de dois milhões de Macs. Ou seja, para cada Mac vendido pela Apple, seus concorrentes venderam 116 PC's. Ou melhor ainda, por hora são vendidos 4 Macs em todo o mundo. Nesse mesmo período, são 479 PC's. É uma luta do David contra o Golias. E a David/Apple conseguiu criar uma imagem de vencedora, independentes desses números. 

Para os applemaníacos, esta é uma semana especial, a semana do Macworld, a feira da Apple onde são apresentadas todas as inovações da marca. Mas este ano, com gosto de luto, pois o Steve Jobs não irá participar. Mas isso não impede que se encontre vídeos como o abaixo na internet. Vale a pena ver, como seria a luta das duas marcas, se eles fossem transformers.


domingo, 4 de janeiro de 2009

E-ink. O futuro será flexível

A tecnologia não é nova. Deve ter sido lançada, comercialmente, no começo dos anos 2000, apesar da empresa existir desde 1997. Mas agora começa a se aproximar do dia a dia. Estou falando do e-ink

Misto de display e tela de imagens, o e-ink funciona de forma muito simples e econômica. É simplesmente uma folha de plástico com milhares de minúsculas esferas incrustadas por toda sua extensão. De um lado, brancas, do outro, pretas. E, à media que são atraídas ou repelidas por meio magnético, viram sua face clara ou escura, formando imagens e palavras.

Já está nas ruas, no e-reader da Sony. E em vários displays eletrônicos nos Estados Unidos. Além de ter sido usado em capa de revistas nos Estados Unidos

Agora começa a aparecer seus primeiros concorrentes, inclusive com telas coloridas. 

O mais importante dessa tecnologia é permitir futuramente teles flexíveis e dobráveis. Com a miniaturização dos computadores, brevemente deveremos ter pequenos aparelhos de bolso que, desdobrados, poderão ser maiores que telas de 17 polegadas, as mais vendidas hoje em dia. Além de permitir a completa digitalização de jornais e revistas.

Revolução é isso. Chega devagar e, quando menos se espera, já modificou a relação humana.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Sou brasileiro, não desisto nunca III

 Continuo minha saga para ver o que o anúncio da Samsung nos mostrará. Hoje consegui entrar no hotmail prometido para segunda. Problemas do meu computador, do meu provedor? Pode ser. Mas que se não fosse publicitário já teria desistido, isso com certeza. Aí vem mais um percalço: Para conhecer a novidade preciso atualizar o Flash da minha máquina. E olha que meu computador tem três meses de vida, um HP Dual-core com tudo de mais moderno que possa existir, menos o Flash...

Instalado o Flash, abrese-se uma janela onde conhecerei o "Omnia de um jeito diferente", como diz o site. Posicionei o símbolo impresso no anúncio do jeito indicado e... vi o símbolo na janela do site. Só isso.

Juro que não entendi...

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Relógio de pulso - Prá que serve?


O mercado não perdoa. Sempre que algo melhor e mais prático aparece, o passado é apagado. Não tem nem 30 anos, a máquina de fac-símile era lançada e começava a revolucionar a forma de se enviar documentos de um local para outro. Para quem não sabe, a invenção é japonesa, pois diferentemente do alfabeto ocidental, não existia forma de se enviar mensagens por telex considerando-se os ideogramas japoneses. Assim, ter uma máquina que transmitisse o documento como ele houvesse sido escrito originalmente era uma necessidade daquele país oriental. E foi recebido com braços abertos pelo ocidente. Veio o computador, a internet e bye-bye fax.

Agora é a vez do relógio de pulso. O mercado vem se transformando a olhos vistos desde a invenção do relógio de quartzo. Por que? Porque ficou barato fazer relógios. Primeira transformação foi a multiplicação de aparelhos de parede. Segunda revolução no mercado foi a proliferação de novos relógios em locais antes não imaginados. Hoje ele está no painel do carro, no visor do rádio, no DVD, na tela da televisão e, mais insidioso, no canto das telas dos computadores. Tiro de misericórdia foi a sua presença no celular. Se as pessoas têm que carregar um celular, para quê gastar dinheiro num relógio de pulso que só faz marcar horas?
Mas o mercado relojoeiro é adaptável. E vem transformando a peça de uma necessidade a um objeto de arte e de moda. Não é mais a dependência de saber que horas são que leva uma pessoa a investir tempo e dinheiro. Mas o desejo de compor um visual, onde o relógio passa a ser um adorno. De um único relógio, as pessoas passam a ter coleções de relógios para cada um dos momentos de suas vidas.
Vou voltar ao assunto, pois o mercado é enorme. Mas não me espanto se a próxima mudança radical for o desaparecimento dos modelos analógicos. Pare e pense: Se o computador e celular mostram as horas de forma digital, quantas gerações serão necessárias para que o uso dos ponteiros passem a ser uma coisa do passado?

E você? Que opinião tem sobre esse mercado?
 
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