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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Como sentir na pele objetos holográficos

As tecnologias vão se unindo e criando novas possibilidades. Vai se criando um novo mundo, seja em 3D, seja em realidade aumentada, que permite novas interações entre o homem e a máquina. Entre as novidades, a holografia, que por muito tempo foi simplemente uma curiosidade pouco explorada, ganha um novo contexto.

Um grupo de professor da Universidade de Tókio uniu o sensor de presença, a holografia e o ultrassom para gerar um display promocional dos mais impressionantes. Através do sensor, ele altera a projeção de objetos e permite que você os sinta, por meio do ultrassom. Complicado? Não se você ver o vídeo abaixo. Vai entender como gotas holográficas mudam de rumo por causa da sua mão e porque você tem a sensação de que elas estão lhe tocando.

Os usos, no ponto de vendas, podem ser imensos. Imagine você rebater uma bola holográfica com um bastão de beisebol numa loja de artigos esportivos. Ou misturar cores para achar um tom exato numa loja de tintas?

Se o marketing experiencial for realmente uma das novas forças que estão aparecendo no mundo, essa nova ferramenta tem tudo para ser um de seus carros chefe.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A maior tela de HDTV do mundo

Eu não sei você. Mas todas as vezes que vou a um show de música ou a um evento que tenha telão, acabo me pegando vendo a atração na tela e não olhando para o palco. Talvez seja a intimidade com a televisão. Talvez o tamanho da imagem na tela versus o tão pequeno o objeto real pareça, principalmente quando me sento mais ao fundo do local do espetáculo.

TV gigante no Estádio

Pois bem, o principal problema que eu via era a qualidade dos telões, que variavam de ruins a péssimos. Agora vem a notícia da inauguração do novo estádio dos Dallas Cowboys, um dos principais times de futebol americano. Na nova arena foi instalada a maior tela de plasma do mundo. São 49 metros de largura por 22 de altura. Algo como uma tela de 2.106 polegadas. Isso mesmo. São necessárias 4.920 televisões de 52 polegadas para compor uma imagem do mesmo tamanho. E você aí, feliz, porque comprou uma TV de LCD de 42 polegadas!

O maior problema que vejo é que vai ficar mais gostoso ver o jogo na tela, pois todos os detalhes estarão ali, bem na frente. E o torcedor vai pegar o carro, dirigir até o estádio, enfrentar as filas para entrar, sentar na cadeira e assistir na maior televisão a mesma transmissão que poderia ver em casa. Daí para eliminar o campo e criar jogos virtuais é só um passo.

Apesar disso, só posso dizer que estou louco para ver uma telas dessas ao vivo.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Convergência analógico e digital. O novo livro já chegou

As verdadeiras revoluções na forma como nos relacionamos com o mundo ocorrem silenciosamente. Você precisa fazer um esforço para lembrar como o mundo era antes do computador, do celular, da internet. Essas tecnologias começam lentamente e, quando você percebe, é impossível não estar completamente envolvido com elas. 

Confesso que venho acompanhando atentamente a evolução do livro digital, o e-book, e o lançamento dos diversos equipamentos de leitura eletrônica, como o Kindle, da Amazon, ou o Sony Reader, da Sony. Já brinquei com um e fiquei maravilhado. Como bom mineiro, não comprei, esperando o momento em que existirão títulos suficientes em português para justificar o investimento. Esse, inclusive, é o principal motivo pelo qual os e-readers em geral ainda não decolaram: falta a criação do iPhone dos livros eletrônicos, aquele equipamento que revolucione para sempre o jeito de se ler livros no mundo.

Porém me chamou a atenção a evolução do livro de papel num mundo digital e como certos editores e livreiros vem fazendo uma transição entre os dois mundos de uma forma muito suave e silenciosa. Se formos pensar bem, o problema dos livros é similar ao que os jornais vem enfrentando. As notícias nos diários chegam às bancas já velhas, pois não dá para competir com a atualização imediata do meio digital. Podemos dizer o mesmo de livros técnicos, onde certos assuntos são rapidamente deixados para trás.

Livro A Lógica do Mercado de Ações

Qualquer livro que tenha sido publicado sobre mercado de ações em agosto do ano passado já está completamente defasado. Quem seria doido o suficiente para investir de acordo com suas dicas, considerando-se a crise ocorrida em outubro de 2008?

Para sanar esse problema, algumas editoras começam a atualizar os assuntos abordados em páginas especiais na internet. E o que andei vendo esses dias me provou que existe sempre espaço para inovação. As editoras de livros de línguas estão fundindo os dois formatos em um só. Quase não existe uma separação entre o livro físico e o eletrônico. Você é enviado de um meio para o outro constantemente. Lógico que para esse tipo de publicação era uma evolução esperada e que resolve alguns problemas logísticos. Se no passado a substituição de fitas cassete por CD’s e DVD’s já havia facilitado a distribuição, a internet contribuiu mais ainda para facilitar a venda desse tipo de leitura.  E abriu um novo canal para a comercialização dos produtos. Para se ter um sabor das possibilidades que esses livreiros estão gerando, visite o BusinessEnglishPod.

Agora, se você acredita que isso só se aplica a livros técnicos, não fique assim tão certo. Imagine o que poderia fazer a Rede Globo se decidisse utilizar toda sua estrutura a favor de maiores e melhores vendas. Você poderia comprar o livro A Casa das Sete Mulheres e ter acesso a um espaço exclusivo na globo.com para ver trechos especiais da mini-série produzida para a televisão. Isso para ficar no mais básico, pois as possibilidades são imensas. 

Volto ao tema, brevemente, com mais exemplos. Talvez quando o livro eletrônico chegar de verdade já não conheçamos mais a separação entre o físico e o digital.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Tecnologia não é assim tão difícil

A gente sempre se surpreende com novas tecnologias e somos tomados por um certo medo em utilizá-las. Normalmente, o que se exige de nós é uma nova forma de fazer o que estávamos habituados de outro jeito. Talvez aí esteja a explicação do porquê as crianças e jovens se adaptam com tanta velocidade: eles não tem conceitos prévios, formas antigas, de se fazer as coisas.

Olhar para antigas tecnologias e pensar nos problemas que as pessoas tinham ao começar a utilizá-las pode ser um bom exercício para se espantar os atuais fantasmas. Melhor ainda se for com humor, como faz o vídeo abaixo. Bom divertimento.

terça-feira, 10 de março de 2009

O presente já não é mais o mesmo

Karl Fisch é um professor de High Scholl dos Estados Unidos. Em Highlands Ranch, Colorado, uma cidade de 70 mil habitantes, para ser mais exato. Ele começou um blog em 2006, discutindo o futuro da educação e como a sua escola poderia se preparar para isso. Resultado de um apoio externo e uma decisão da diretoria de preparar melhores alunos. O objetivo final? Buscar soluções imediatas para formar pessoas mais preparadas para as mudanças que estão chegando.

Ele criou uma trilogia: What if?, que discute o que seria do presente se no passado as escolas não tivessem evoluído, apesar de opiniões contrárias, Did You Know, que aponta as mudanças no presente que não nos damos conta, e 2020 Vision, uma leitura do futuro daqui a 12 anos.

O vídeo abaixo, profissionalmente produzido para uma reunião da Sony, vale ser visto. É de assustar o que já temos de mudanças no presente, que a gente não percebe na correria do dia a dia.

PS – Obrigado pela dica, Márcia

terça-feira, 3 de março de 2009

O futuro é logo ali

Empresa de tecnologia precisa pensar no futuro antes dele ser possível. Se não, não é tecnologia. Os vídeos abaixo apresentam a visão da Microsoft para o futuro daqui a dez anos, em 2019. Não preciso nem falar muito. Vale a pena ver todos eles.

O futuro da indústria

O futuro do varejo

O futuro dos bancos

O futuro da saúde

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Tão iguais e tão diferentes

As populações são quase iguais. São Mateus, no Espírito Santo, tem 100 mil habitantes. Cambridge, nos Estados Unidos, 101 mil. As duas são quase tão antigas. São Mateus, uma das mais antigas cidades do Brasil, foi fundada em 1544. Cambridge, em 1631. As semelhanças param por aí.

São Mateus foi um dos principais portos de importação de escravos negros do Brasil colonial e local de batalhas históricas. É parte importante de nosso passado e hoje vive da prospecção do petróleo.

São Mateus

Vista do centro de São Mateus

Cambridge, por outro lado, cresceu devido às suas indústrias. Com a Depressão de 30 e a II Grande Guerra, viu suas empresas definharem e a Universidade de Harvard crescer sua importância até se tornar a principal fonte econômica da região.

Cambridge Vista da Harvard Bridge

Apesar de toda essa diferença, me impressiona este Blog ser visitado por pessoas das duas cidades. Não me canso de chamar atenção para esse ponto. A internet diminuiu a diferença entre as grandes e pequenas cidades, entre aquelas que são interioranas ou grandes capitais do mundo.

Devemos ter consciência desse fato, pois isso irá alterar as relações de consumo e sociais nas próximas décadas. Ganha a corrida quem entender isso mais rapidamente.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Líder muda. Para continuar líder

Não precisa pesquisar muito para ver o impacto que a entrada das Casas Bahia produziu com sua entrada, aliás atrasada, no comércio eletrônico. Todos os meios de comunicação deram a notícia, seja pelo interesse que eles próprios tem no varejista, seja pelos impactos que a maior rede brasileira tem no mercado como um todo.

A estreia foi tímida, considerando-se o tamanho da rede. E errada, pois o tiro deles foi tentar ensinar o consumidor a acessar a página. Só que divulgar um endereço, que é óbvio, com um vídeo de quatro minutos e meio no Youtube é não conhecer com quem se está falando.

Mas não fique feliz achando que eles não irão se encontrar rapidamente. Em novembro de 2005, as Casas Bahia lançaram, junto com o Bradesco, seu cartão de crédito co-branded. Naquela época, Michael Klein, filho do fundador e atual presidente, dizia que o cartão seria “…para vendas parceladas em até 24 vezes na rede…” com “…juros de 3,5% ao mês e limite a partir de R$ 100...” Hoje, não existe mais anúncio da rede que não declare ser possível comprar em 10 vezes sem juros, numa versão de venda muito mais voltada para as classes A e B do que para os tradicionais clientes da classe C e D da rede. Em três anos eles já emitiram mais de cinco milhões de cartões próprios. São as Casas Bahia conquistando novas faixas de público.

Agora é a vez da Internet. A mesma disposição em aprender o que o consumidor que se utiliza de cartão de crédito quer deverá ser vista na busca pelo consumidor desse novo canal de vendas virtual. Não é a tôa que eles são os reis do varejo brasileiro.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Blog também é cultura

Descobri, através dos contadores que tenho no meu blog, que fui acessado por alguém de Nhandeara.

Imagem do mapa

Nhandeara? É, isso mesmo. Cidade no interior de São Paulo, próximo a São José do Rio Preto. Achei fantástico. A cidade tem 11 mil habitantes e um lê meu blog. Ou leu. Não importa.

Achei mais importante do que o dia que vi que ele foi acessado na Polônia. Lá pode ter sido um erro, e o leitor não ter entendido nada. Aqui não. Por mais que tenha sido por engano, quem acessou entendeu tudo que eu escrevi. Se não entendeu foi culpa minha, por ter escrito errado.

Tenho ficado cada vez mais deslumbrado com esse mundo. E descoberto outros blogs de amigos, sempre muito interessantes. Sabe aquela pessoa que é, no dia a dia quieta. Pois é, surpreende no blog. Talvez esse tipo de comunicação seja a melhor forma de expressão que as pessoas tem nas mãos.

Vou começar a colocar os endereços dos blogs interessantes que tenho encontrado aqui na barra lateral de meu blog. Assim você pode conhecer pessoas interessantes. E menos chatas do que eu.

Vão aí duas dicas: Blog do Eduardo Carvalho – Esse cara é surpreendente. Hoje é diretor de marketing da Sabiá Residencial. Mas já foi comentarista do Blog Digestivo Cultural. E seu blog é de uma profundidade impressionante.

O outro é o Blog do Wilson Oura. Se você conhecer o Wilson, vai se surpreender. Durante a semana era um pacato ser do departamento administrativo da Ogilvy. Nos finais de semana se transformava num músico, tocando violão num trio de jazz. Essa dupla personalidade fez com que fosse aceito na patota dos criativos da agência. O único caso que conheço que sai da área mais careta para a mais hype de uma agência. Ele bloga o sentimento. E mostra dessa forma porque é um músico.

Vale a pena visitar os dois.

Ah! Antes que eu me esqueça. Nhandeara, do tupi, significa Paraíso. Pois é. Já cheguei ao Paraíso…

domingo, 4 de janeiro de 2009

E-ink. O futuro será flexível

A tecnologia não é nova. Deve ter sido lançada, comercialmente, no começo dos anos 2000, apesar da empresa existir desde 1997. Mas agora começa a se aproximar do dia a dia. Estou falando do e-ink

Misto de display e tela de imagens, o e-ink funciona de forma muito simples e econômica. É simplesmente uma folha de plástico com milhares de minúsculas esferas incrustadas por toda sua extensão. De um lado, brancas, do outro, pretas. E, à media que são atraídas ou repelidas por meio magnético, viram sua face clara ou escura, formando imagens e palavras.

Já está nas ruas, no e-reader da Sony. E em vários displays eletrônicos nos Estados Unidos. Além de ter sido usado em capa de revistas nos Estados Unidos

Agora começa a aparecer seus primeiros concorrentes, inclusive com telas coloridas. 

O mais importante dessa tecnologia é permitir futuramente teles flexíveis e dobráveis. Com a miniaturização dos computadores, brevemente deveremos ter pequenos aparelhos de bolso que, desdobrados, poderão ser maiores que telas de 17 polegadas, as mais vendidas hoje em dia. Além de permitir a completa digitalização de jornais e revistas.

Revolução é isso. Chega devagar e, quando menos se espera, já modificou a relação humana.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Sou brasileiro, não desisto nunca!

Fui direto, hoje, testar a surpresa tecnológica do celular Samsung Omnia. Surpresa! O site está fora do ar. Ontem falava: breve! Hoje, nem isso. Como dizem, sou brasileiro, não desisto nunca. Amanhã estou de volta!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Copyright II

Eu levantei a bola, outro dia, da ameaça que a tecnologia atual vem fazendo aos direitos autorais. Lógico que, numa análise histórica, a idéia de direitos autorais é uma realidade relativamente nova. Até podemos dizer que as pessoas ganhavam dinheiro com suas idéias. Mas a profanação de seus direitos não ocorria muito mais por uma dificuldade de se fazer cópias do que por respeito às idéias alheias. A primeira pirataria conhecida oficialmente ocorreu nos mosteiros da idade média, quando os padres passavam dias e dias copiando livros e bíblias. Não lembro de ter ouvido falar que eles pagavam aos autores, nem que eram presos por cópias falsas.

A informatização e a internet vêm revolucionando essa prática. Ainda lembro das discussões em torno da fita cassete, quando ela apareceu. Não que eu seja tão velho, mas está documentado para qualquer vque queira pesquisar um pouco o assunto. O grande embate era que o gravador de fitas permitiria a qualquer um copiar músicas e não pagar os direitos aos cantores e compositores. A diferença é que era um porre fazer a tal das cópias. Se você queria uma fita de uma hora, se preparasse para ficar duas horas em frente aos aparelhos. Haja paciência! Hoje, você copia um cd de horas de música em poucos minutos.

Na contramão de todos que tentam segurar o inevitável existe uma ONG que prega o direito livre, a Creative Commons. http://creativecommons.org/ Não é que ela pregue a falta de copyrights. Sua perspectiva é diferente: sugerir aos artistas que liberem suas criações para que elas sirvam de base para outros artistas. É uma forma inteligente de ver a questão.

No Brasil, o primeiro artista a liberar os direitos para outros autores foi ninguém menos do que Gilberto Gil. Ele publicou, há alguns anos, uma música com direitos completamente abertos. Não é atôa que ele, sexagenário, é mais jovem do que alguns grupos de adolescentes que existem por aí.

Vale a pena gastar um tempo pensando no que essa mudança irá afetar a nossa indústria de artes e publicidade. Pois, pior, é tentar tapar o sol com a peneira.
 
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