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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Twitter: Um novo Google, ou um novo Second Life? II

Comentei aqui, no começo de abril, que a febre Twitter poderia acabar da mesma forma que o Second Life. Um crescimento estonteante em pouco tempo e, de repente, um sumiço total do mercado.

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Logo depois apareceu uma pesquisa da Nielsen afirmando que 60% das pessoas que entram no microblogging deixam de atualizar suas páginas no período de um mês. O que parece ser um problema, ainda mais considerando-se que Facebook e MySpace conseguem reter uma média de 60% dos seus usuários.

Porém, parece-me que a questão que deveríamos olhar é uma outra. Como observado pela pesquisa da Cartoon Network, as crianças estão trocando o e-mail por meios mais imediatos, tais como SMS, Messenger e outras redes sociais. Twitter entra nessa mesma seara. É a consolidação do modelo on-line, as mensagens imediatamente postadas, sobre o off-line, o envio de mensagens que serão lidas independente da hora enviada.

A pergunta que devemos fazer é: mesmo que o Twitter venha a morrer, seja devido a baixa retenção, seja ao aparecimento de outros concorrentes com o mesmo propósito, o que esse aumento da velocidade de comunicação irá causar na comunicação que fazemos para os produtos e serviços para os quais trabalhamos?

É uma pergunta de um milhão de dólares, como se costuma brincar por aí. Pois quem responder primeiro tem uma forte chance de ficar milionário.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Twitter: Um novo Google, ou um novo Second Life?

Uma das melhores formas de se conhecer o sucesso de um novo empreendimento é o buzz gerado em sua volta e o aparecimento de críticas. Twitter é, sem dúvida, um sucesso. De origem relativamente recente, ele já foi capa de revistas semanais, brasileiras e estrangeiras. Esta semana surge a notícia que seu CEO, Evan Williams, recusou proposta da Google de compra por U$ 250 milhões. Para ele, o valor do serviço é de um bilhão de dólares.

Mas o que será que todos veem no Twitter? Alguns não veem nada, como você pode assistir no ótimo vídeo abaixo, dica do João Britto




Assistindo a esse vídeo, veio a minha mente outra febre da internet 2.0, o Second Life. De um dia para outro, todos correram para criar seus avatares e terem uma vida paralela no mundo virtual. As empresas, descobrindo um possível novo filão, passaram a criar formas paralelas de divulgar e vender produtos. E até dinheiro virtual, o Linden, era possível de se ganhar nesse portal surgido em 2003. Cheguei, inclusive, a pilotar uma Mercedes-Benz numa pista virtual. Deu vontade de sair dali direto para a concessionária do mundo real.

Passados seis anos, o Second Life foi do desconhecimento para as luzes da ribalta e voltou para um completo ostracismo. Esse é o risco do Twitter, passada a sua febre. Lógico que a Google vê mais do que isso. Para eles, é a possibilidade de ganhar mais uma funcionalidade, a da busca de termos que as pessoas estejam discutindo no momento. O que abre diversos usos, de pesquisas sociológicas a usos marquetológicos.

De toda forma, Second Life e Twitter nos mostram que existe um uso social para a internet que ainda não foi completamente preenchido. Quem mexe com marketing precisa ficar antenado. Uma hora dessas qualquer vai aparecer o google do mundo social. Não dá para a gente ficar fora dessa.
 
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